"Eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra".
Bem-aventurada mãe de Deus, rogai por nós que recorremos a vós
MATER DEI
quarta-feira, agosto 27, 2025
sexta-feira, dezembro 10, 2021
Das Flores
Você conhece a história de Nossa Senhora das Flores (Madonna dei Fiori)?
Bom se não conhece, foi assim:
Em 29 de Dezembro de 1336 (portanto inverno na Itália), na cidadezinha de Bra, uma jovem grávida, Egidia Mathis, voltava pra casa quando notou dois soldados com expressão ameaçadora olhando pra ela. Na estrada havia um oratório com afresco de Maria com Jesus ao colo (algo comum na época para os peregrinos pararem pra rezar.

Temendo por sua vida ela se dirigiu à pintura e implorou por ajuda. Nesse instante Nossa Senhora surgiu resplandescente, e com sorriso acenou para os soldados que tenham visto ou não, fugiram assustados. Talvez pela emoção que passou, a jovem teve seu filho ali mesmo. Ao mesmo tempo um arbusto de ameixeira-brava que crescia em volta do pilar, e estava sem folhas coberto de gelo, floresceu com várias flores.
A jovem foi pra casa e contou tudo ao marido, aos parentes e todos foram ao local e presenciaram o milagre.
Desde então, em Bra todo ano no inverno, este arbusto da família das rosas (o nome científico é Prunus spinosa L.) floresce em pleno inverno. Os botânicos dizem que isso é impossível pois deveria florescer de março a abril como todas as de sua espécie, ou seja, na Primavera.
Ao longo dos séculos apenas em três ocasiões o florescimento deixou de existir:
1) No inverno de 1877 não floresceu na data de sempre, o papa que promulgou o dogma da Imaculada Conceição, Pio IX, estava morrendo. Então foi eleito o Papa Leão XIII que amava muito Nossa Senhora, então no mesmo dia as flores abriram;
2) No inverno de 1914, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, as flores não apareceram;
3) No inverno de 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, nada de flores.em três ocasiões, esta floração de inverno estendeu-se por meses, cada vez correspondendo a raras exposições públicas do Sudário de Torino.
Em três ocasiões, esta floração de inverno estendeu-se por meses, cada vez correspondendo a raras exposições públicas do Sudário de Turim (Bra fica a 43 km ao Sul de Turim).
sábado, novembro 18, 2017
PÉTALAS

Perfume de rosas, luzes, aparições, curas...e pétalas
http://www.rosamisticarainhadapaz.com/sinais
Veja a história toda no link acima

domingo, fevereiro 04, 2007
Santa

segunda-feira, dezembro 26, 2005
Outros milagres
No dia 25 fevereiro em sua nona aparição Nossa Senhora disse a Bernadete que bebesse água da fonte e se lavasse nela. Fonte? Que fonte? Não havia uma. Então Ela indicou o local a Bernadete e esta obedientemente começou a cavar a terra como se quisesse achar a água. Só encontrou lama, que passou no rosto e nos braços e tentou beber. Depois, atendendo de novo à Nossa Senhora, comeu algumas ervas que cresciam no interior da gruta. Quando terminou, estava toda enlameada e as pessoas começaram a rir dela. Sua mãe a retirou rapidamente do local e a levou pra casa.
No fim do dia para espanto de todos no lugar onde Bernadete havia feito um pequeno buraco, começou a jorrar uma fonte de água milagrosa. Muitos queriam beber esta água, outros a recolhiam para levar aos doentes e começaram a surgir as notícias de curas.
sábado, outubro 08, 2005
Não neste mundo (terceira aparição e seguintes)

Segunda-feira dia 15, foi um dia terrível para Bernadete, porque, além de sofrer críticas, suas colegas caçoaram dela. Os adultos faziam o mesmo. Mas Madame de Millet ouviu falar da aparição e achou que podia ser sua amiga Elisa Latapié, que tinha morrido no ano passado. Conquistou Luisa, mãe de Bernadete, e convenceu-a deixa-la voltar à gruta com ela. Às 5 horas da manhã do dia 18 de fevereiro de 1858, Madame de Millet, Antonieta Peyret, e Bernadete foram para lá. Antonieta levou consigo caneta, tinteiro e papel, para a visão escrever o seu nome. Mal começaram o terço, a vidente murmurou: "Ela aí está!" Terminado o terço, Bernadete leva caneta e papel em direção à aparição e lhe pede:
"Quer ter a bondade de escrever o seu nome?"
A aparição aproximou-se dela e mais tarde ela contou que, sorrindo, a Aparição lhe disse que "não era preciso escrever" e pediu-lhe que voltasse ali:
"Quer ter a amabilidade de vir aqui durante 15 dias?"
Foi a primeira vez que ouviu a maravilhosa voz da Dama, e consentiu imediatamente. Viu também que não era Elisa Latapié.
Foi nesta mesma ocasião que a visão lhe falou:
"Não prometo tornar-te feliz neste mundo, mas no outro".
No caminho de volta, Madame de Millet interrogou : "E se fosse a Santíssima Virgem Maria"? Fez-se silêncio, ninguém ousou falar nada.
Luisa começa a ficar curiosa e resolve ir à gruta com a filha,e apesar de todo o sigilo, dia 19, eram 8 pessoas;dia 20, eram 30 e no domingo, dia 21 de fevereiro, eram cerca de 100 pessoas.
A aparição sorrindo, acompanhava-a durante o terço, passando com os dedos, as contas de seu rosário, desaparecendo assim que ele terminava.
Depois da aparição do domingo, o comissário Jacomet, levou-a para um minucioso interrogatório no qual constatou a simplicidade e sinceridade da menina.
Bernadete contou ao comissário: "A Dama usava um vestido branco, apertado na cintura por uma fita azul, um véu branco na cabeça que descia até a altura do busto. 0 vestido era longo e cobria os pés, deixando aparecer só as extremidades, com uma rosa amarela em cada pé, da mesma cor da corrente do terço que trazia na mão direita. Olhava com suavidade e tinha os olhos completamente azuis".
Terça-feira, 23 de fevereiro, às 5 horas da manhã, havia na gruta cerca de 150 pessoas e, pela primeira vez,no meio dos pobres, homens e senhoras da sociedade. Neste dia surgiram as primeiras notícias sobre curas de doentes e pessoas que se converteram.
Na quarta-feira, dia 24, o número de pessoas (cerca de 300) já ofereceu certa dificuldade para ela chegar ao seu local na entrada da gruta.
Terminada a reza do terço, Bernadete avançou dois passos, arrastando-se de joelhos e prostrando-se com a face na terra, beija-a, atendendo ao pedido da aparição num gesto de penitência. 0 povo não entendeu. Mas depois ela explicou que a aparição tinha falado uma palavra nova:
"Penitência, Penitência, Penitência! Rezem a Deus pela conversão dos pecadores. Vai beijar a terra em penitência pelos pecadores".
sexta-feira, setembro 30, 2005
Água Benta (segunda aparição)

Com uma imensa sensação de paz , atravessou o regato, as águas, "aquecidas". Sentou-se numa pedra. Voltam suas companheiras e ela lhes pergunta:
- "Não viram nada?”
- "E tu, que é que viste?”
Ela compreende o mistério que acabava de acontecer, e por isso muda de assunto: - "Sois umas trocistas. Dissestes que a água do canal estava fria, achei-a morna". Toinete e Joana não a levam a sério, pois quando atravessaram a água estava tão gelada, que tiveram que esfregar os pés para aquecê-los. Ela precisando falar, narra tudo a Toinete. Mas a irmã não acredita e apesar de ter prometido, em casa, conta tudo à mãe. Luisa fica assustada "quer saber toda história", e chama a filha. Assustada, ela quase nada falou. Porém, no dia seguinte deseja voltar à gruta. A mãe não deixa e ordena: "Para o trabalho". Ela obedece.
Três dias depois, no domingo, 14 de fevereiro, depois da Missa, as suas colegas resolvem pedir para que ela voltasse à gruta pois desejavam ver o que ela tinha visto. Conseguem autorização para saír por 15 minutos. E com receios de ser uma aparição maldosa, levam um frasco com água benta.
Ela chegando, ajoelhou-se e começou a rezar o terço, suas colegas ficaram de pé ao seu lado.
Na segunda dezena sua face mudou. Seus olhos brilharam fortemente e ela falou para as colegas: - "Hei-La! 0 terço está no braço... ELA olha para nós".
As companheiras não viram nada. Bernadete apanha o frasco com água benta e asperge na direção do vulto, ao mesmo tempo em que o esconjurava:
- "Se vem da parte de Deus, fique, se não, pode ir embora"
Afirmou posteriormente: - "Quanto mais eu a regava, mais Ela sorria e gastei todo o frasco".
A seguir entrou em êxtase. Não ouve mais o que as outras dizem. As amigas ficam preocupadas e por isso chamam Nicolau, o moleiro, para retirá-la dali. Mas não foi fácil, pois seu peso aumentara bastante; com muito esforço transportou-a nos braços, enquanto ela mantinha um sorriso nos lábios.
As meninas foram para as suas casas e as notícias chegaram até Lourdes.
A mãe Luisa assustada foi ao encontro da filha e desta vez queria fazer valer a sua autoridade, ela não voltaria a Massabieille, sentenciou a mãe, cheia de preocupações...
continua...
domingo, setembro 25, 2005
Em Lourdes

No dia 11 de fevereiro de 1858, quinta-feira, um dia como outro qualquer. Eram 11 horas da manhã quando Bernadete observou que havia acabado a lenha. Seu pai estava deitado. Não tinha trabalho. Economizava as forças para outro dia. 0 tempo não estava bom. Chuviscava e havia nevoeiro. Logo apanhou a capa, chamou sua irmã Toinete e convidou Joana Abadie, filha do pedreiro, para acompanhá-las. A mãe proibiu: "Bernadete, não". Mas ela insistiu carinhosamente, dizendo-lhe que teria cuidado (ela sofria de asma) A mãe concordou.
Chegam a Massabieille. Embora seja chamada de gruta, na verdade ela é constituída de uma acentuada concavidade na rocha. Há um canal a atravessar. As outras duas meninas o fazem. Como do outro lado elas dizem que a água do canal está muito gelada, Bernadete permanece ali, sem saber o que fazer, com receio de pisar na água fria, lembrando-se das recomendações de sua mãe.
Depois de procurar sem êxito, um lugar melhor para atravessar, sentou-se na margem do canal, em frente à gruta, tirou uma das meias e preparava-se para tirar a meia do outro pé, quando de repente, ouviu um barulho, "como se fosse um pé de vento". Não vê nada. Olhou para trás e observou que as folhagens dos arvoredos não se mexiam.
Curva-se para tirar a segunda meia. Ouve o mesmo barulho e vê em sua frente agitarem-se os ramos de uma roseira selvagem, que estava enraizada num nicho profundo situado aproximadamente a 3 metros de altura, do lado direito da entrada da gruta.
Seguiu-se uma "luz suave" que iluminou profusamente todo aquele lugar sombrio e no meio dela, surge uma Dama maravilhosa, com idade de 16 a 18 anos, vestida de branco, que lhe sorria afetuosamente. . Abre os braços num gesto de acolhimento, como se estivesse convidando-a a aproximar-se. Ela fica espantada. É como se tivesse medo, "não para fugir explica melhor, mas pela emoção do inusitado e adorável encontro".
Então conta, Bernadete:
- "Meti a mão no bolso e encontrei o terço. Queria fazer o Sinal da Cruz, mas não pude levar a mão à testa. A mão caiu-me. 0 espanto apossou-se de mim mais fortemente, a minha mão tremia. A visão fez o Sinal da Cruz. Então tentei a segunda vez. E pude. Logo que fiz o Sinal da Cruz, a grande comoção que sentia desapareceu. Pus-me de joelhos e rezei o terço na presença dessa linda Senhora. A Visão fazia passar as contas do seu terço com os dedos, mas não mexia os lábios. Quando acabei o terço, Ela fez-me um sinal para aproximar-me. Mas não ousei. Então desapareceu de repente".
Depois do extraordinário acontecimento, Bernadete sentiu uma imensa felicidade que envolveu completamente a sua alma.
continua....
dados retirados do site http://www.nslourdes.hpg.ig.com.br/


